4 de mai. de 2012

Banalidades

Hoje, meio sem querer, confesso, abri esse blog e ao ver os dois textos postados me arrebatei com um sentimento de nostalgia que a muito não sentia.
Bateu uma vontade, uma ânsia meio que inexplicável de escrever e postar, mesmo que fosse qualquer bobeira, como essas que eu estou escrevendo agora.
Lembro me da época que eu tinha tempo mas a preguiça reinava sobre mim, como o peso de uma montanha nas minhas costas. Hoje em dia me sobra a vontade e me falta o tempo.
Caros leitores, se é que vocês existem, uma pessoa sem tempo é uma pessoa morta. Falo isso com propriedade pois é exatamente assim que eu me sinto.
Faço duas faculdades, psicologia, que descobri ser a grande paixão da minha vida profissional, e direito, que mesmo odiando com toda a minha essência ainda continuo por mero respeito a meu pai.
Não quero ser filosófico e muito menos tento ser qualquer modelo de persona a ser seguido rigorosamente para uma vida feliz, pelo contrário, descobri que ninguém nunca vai ser feliz pra sempre, isso não passa de histórias contadas a garotinhos esperançosos e inocentes na hora de dormir. Não é que eu não acredite na felicidade, eu acredito, apenas o 'para sempre' não existe. A felicidade é um estado de espírito momentâneo, você pode estar muito feliz com seus amigos em um bar, cercado pelas pessoas que gosta ou fazendo o que mais preza na sua vida,  mas parafraseando Eduardo Spohr em seu célebre 'A Batalha do Apocalipse' não existe um bem sem um mal, um amor sem um ódio, um sorriso sem uma fúria.
Não me lembro se foi Rosseau ou Voltaire, desculpem minha ignorância, que citou um dos discursos mais marcantes de toda a minha adolescência 'eu posso não concordar com o que você diz mas defenderei com a minha vida o teu direito de falar'. Cito essa frase agora pois é justamente o que eu estou fazendo, estou defendendo o meu próprio direito de falar, de me expressar, e que seja para um blog morto ou para qualquer pessoa que eventualmente venha a  ler esse texto e compreenda minhas palavras, falar de qualquer coisa, de banalidades, de coisas que só eu sei o quanto são importantes pra mim.
Enfim tudo o que eu queria dizer e não falei é, eu amo a vida, acima de qualquer coisa, apesar de ser um ser morto que não arruma tempo nem para o seu bel prazer de ler ou escrever palavras sem sentido para um blog que nem sei se nasceu, quanto mais morreu, e acreditem eu sou feliz por isso, mesmo sabendo que em alguns minutos essa sensação passará, e ainda bem, dará espaço para outra, seja boa seja ruim, o importante é que eu sinto e sei que sempre sentirei, emoções, conflitantes, aflitas, apaixonadas, alegres, raivosas, odiosas, imparciais, enfim sentirei a vida fluindo dentro de mim a cada minuto, e 'que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure'

3 de jan. de 2012

Saudades?!

      Escreverei neste dia de hoje só para explicar o motivo da falta de textos esta semana, eu estou organizando as últimas coisas pra minha viagem pra Fortaleza nesta sexta feira e o Le Meteus está estudando, LIKE A BOSS, pra prova da OAB.
      Esse assunto de prova da OAB me lembra das últimas vezes que o Le Meteus as fez, sempre faltando um, singelo, alegre, maldito ponto, ponto este que ainda hoje em dia sempre falta (Le Meteus, não fique com raiva de mim, eu ainda te amo, SEU LINDO!). 
      Me lembro várias vezes de ver o Le Meteus com essa cara 
e eu sempre ficava mais ou menos assim 

mas desta vez, Le Meteus, torcerei pro senhor com a força de 1000 sóis e não faltará aquele maldito ponto, por que desta vez, Le Meteus, ou o senhor passa ou o senhor passa.
      Mudando de assunto, os textos terão periodicidade irregular enquanto eu estiver de férias e o Le Meteus tiver estudando pra prova da OAB, mas assim que a gente desocupar escreveremos com mais frequência, enquanto isso quando rolar um tempinho na agenda corrida passamos por aqui.

      BEIJUNDA SUAS LINDAS E LINDOS.

29 de dez. de 2011

Crédito Errado

       Vamos começar esse post explicando para vocês, seres de inteligência menos privilegiada, o porquê destas histórias que começarão a aparecer por aqui.
      Bom, primeiramente vou me apresentar e também apresentarei o outro personagem principal destas histórias. Meu nome não é importante e muito menos o dele, então vocês me conhecerão como seqs e ele como Le Meteus, apesar de sermos personagens fictícios as histórias são bastante reais (mas mudaremos os nomes de todas as pessoas envolvidas em qualquer uma delas), somos de Goiânia (aqui não é roça não porra!) e temos 20 e 23 anos respectivamente.
      Bom, vamos à primeira história =D
      Hoje, madrugada do dia 29/12/2011, estávamos, eu e Le Meteus, like a boss, conversando em um posto de gasolina sobre a vida amorosa de Le Meteus. De repente Le Meteus, num surto praticamente psicótico ou apenas muito desesperado pergunta se eu havia trancado o carro, disse que sim e então ele me chamou pra acompanha-lo ao Supermercado Pão de Açúcar, pois ele queria colocar crédito no seu celular para poder ligar para sua amada V. .
E lá fomos nós andando pelo escuro da cidade de Goiânia até o supermercado (quem conhece sabe que é muuuuuuuito longe aushausahashu). Tudo certo até aí, entramos no supermercado já meio desconfiados, pois tinha um cara com uma pistola de água lavando toda a frente do recinto, mas tranquilo, o cara só estava fazendo o trabalho dele, nada de mais.
      Chegamos perto da registradora, a menina do caixa (até simpática) perguntou logo o que queríamos, Le Meteus em outro ataque surpreendente lhe disse que gostaria de colocar crédito em seu celular, tudo certo até aí, Le Meteus fez todos os procedimentos de recarga corretamente (ou quase).
      Estávamos na saída do supermercado, voltando pro carro que havia ficado no posto de gasolina, quando Le Meteus faz uma cara mais ou menos parecida com o nosso querido meme FUUUU e ainda olhando o extrato de sua recente recarga me diz: ‘véi... que porra... coloquei crédito pra V.’ eu olhando aquela expressão de quem ia matar as próximas 10 pessoas que visse em sua frente só consegui dizer ‘como assim?’ já andando de volta ao caixa ele responde ‘porra... vamos lá de novo, vou colocar crédito pra mim’. Chegamos novamente em frente ao mesmo caixa, aliás, era o único caixa aberto no supermercado, e a atendente já rindo fez todo o procedimento de recarga novamente, desta vez com o número certo do celular de Le Meteus.
      Não aguentei e, enquanto tomava um toddynho, fiquei rindo uns 30 minutos, e Le Meteus, com sua h20 de limão, cada vez mais com essa cara de ‘okay’.


      Essa foi só uma de milhares de histórias que acontecem conosco todos os dias, começarei a escreve-las aqui, juntamente com Le Meteus.
      Beijunda SEUS LINDOS E LINDAS!!!