Vamos começar esse post explicando para vocês, seres de inteligência menos privilegiada, o porquê destas histórias que começarão a aparecer por aqui.
Bom, primeiramente vou me apresentar e também apresentarei o outro personagem principal destas histórias. Meu nome não é importante e muito menos o dele, então vocês me conhecerão como seqs e ele como Le Meteus, apesar de sermos personagens fictícios as histórias são bastante reais (mas mudaremos os nomes de todas as pessoas envolvidas em qualquer uma delas), somos de Goiânia (aqui não é roça não porra!) e temos 20 e 23 anos respectivamente.
Bom, vamos à primeira história =D
Hoje, madrugada do dia 29/12/2011, estávamos, eu e Le Meteus, like a boss, conversando em um posto de gasolina sobre a vida amorosa de Le Meteus. De repente Le Meteus, num surto praticamente psicótico ou apenas muito desesperado pergunta se eu havia trancado o carro, disse que sim e então ele me chamou pra acompanha-lo ao Supermercado Pão de Açúcar, pois ele queria colocar crédito no seu celular para poder ligar para sua amada V. .
E lá fomos nós andando pelo escuro da cidade de Goiânia até o supermercado (quem conhece sabe que é muuuuuuuito longe aushausahashu). Tudo certo até aí, entramos no supermercado já meio desconfiados, pois tinha um cara com uma pistola de água lavando toda a frente do recinto, mas tranquilo, o cara só estava fazendo o trabalho dele, nada de mais.
Chegamos perto da registradora, a menina do caixa (até simpática) perguntou logo o que queríamos, Le Meteus em outro ataque surpreendente lhe disse que gostaria de colocar crédito em seu celular, tudo certo até aí, Le Meteus fez todos os procedimentos de recarga corretamente (ou quase).
Estávamos na saída do supermercado, voltando pro carro que havia ficado no posto de gasolina, quando Le Meteus faz uma cara mais ou menos parecida com o nosso querido meme FUUUU e ainda olhando o extrato de sua recente recarga me diz: ‘véi... que porra... coloquei crédito pra V.’ eu olhando aquela expressão de quem ia matar as próximas 10 pessoas que visse em sua frente só consegui dizer ‘como assim?’ já andando de volta ao caixa ele responde ‘porra... vamos lá de novo, vou colocar crédito pra mim’. Chegamos novamente em frente ao mesmo caixa, aliás, era o único caixa aberto no supermercado, e a atendente já rindo fez todo o procedimento de recarga novamente, desta vez com o número certo do celular de Le Meteus.
Não aguentei e, enquanto tomava um toddynho, fiquei rindo uns 30 minutos, e Le Meteus, com sua h20 de limão, cada vez mais com essa cara de ‘okay’.
Essa foi só uma de milhares de histórias que acontecem conosco todos os dias, começarei a escreve-las aqui, juntamente com Le Meteus.
Beijunda SEUS LINDOS E LINDAS!!!
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